FUTEBOL
Nove em dez meses: profusão de fraturas no elenco vira dor de cabeça no Flamengo; relembre casos
📅 14/10/2026, 16:52:37📰 oglobo_globo👁 5 visualizações

O Flamengo registrou nove fraturas em menos de um ano, destacando Danilo, Lucas Paquetá e Arrascaeta entre os mais afetados, e culpa a arbitragem de ser conivente com lances agressivos.
A temporada 2026 tem sido marcada por um triste recorde para o Flamengo: nove fraturas em cerca de dez meses, um número que o clube considera alarmante. O último caso veio no clássico contra o Fluminense, quando o zagueiro Danilo colidiu com o goleiro Fábio, resultando em duas fraturas na mandíbula que o afastam dos gramados até o fim da campanha. No mesmo duelo, Carrascal sofreu um hematoma facial após uma cotovelada de Guilherme Arana, reforçando a sensação de vulnerabilidade da equipe.
Em nota oficial, a diretoria rubro‑negra apontou a arbitragem como responsável por “lances ríspidos e agressivos” que têm convertido a temporada em um “recorde negativo no Brasil”, citando que o clube tem sido penalizado de forma recorrente. Em maio, quando o número já era seis, o Flamengo já havia protestado publicamente, e a situação não melhorou.
Os episódios de fraturas não se limitam ao clássico. Em março, Lucas Paquetá fraturou o quarto metacarpo da mão direita durante a vitória sobre o Cruzeiro pelo Brasileirão, mas continuou atuando com imobilização. Em abril, Everton Cebolinha quebrou uma costela na derrota para o Bragantino, retornando ao time após duas semanas e meia de recuperação. O uruguaio Arrascaeta, por sua vez, sofreu duas fraturas: uma clavícula direita no empate com o Estudiantes pela Libertadores, e um punho esquerdo no amistoso contra a Coreia do Sul em setembro, deixando-o fora de ação até o final de novembro.
Outros jogadores também foram atingidos. Emerson Royal, durante o mesmo confronto com o Estudiantes, recebeu duas fraturas nasais, mas jogou com máscara de proteção. Jorginho rompeu o dedão do pé direito contra o Palmeiras em maio, após uma dura entrada de Andreas Pereira, porém não perdeu muitos jogos devido à pausa da Copa do Mundo.
A sequência de lesões graves tem gerado preocupação na comissão técnica e nos torcedores, que temem que o desgaste físico e a falta de proteção arbitral comprometam o desempenho da equipe nas principais competições – Campeonato Brasileiro, Copa Libertadores e, futuramente, a Copa do Mundo de 2026.
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Fonte: oglobo_globo

